Todo mundo escreve — Eu posso estar errado — Edição Nº33

Todo mundo escreve

Eu lembro com uma clareza incomum do dia em que escrevi o meu nome pela primeira vez. Incomum, porque eu lembro de poucas coisas da minha infância. Tudo é mediado por um borrão, fragmentado. Não o dia em que eu escrevi o meu nome pela primeira vez. Eu estava com a professora em uma das salas da escola, em Boituva, e peguei o lápis com a mão direita e ela disse: escreve aqui, sobre essa linha.

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gabrielschincariol@gmail.com / www.gschincariol.com

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