A máquina de escrever da Força Aérea Brasileira — Eu posso estar errado — Edição Nº29

A reservista do Gabriel Cavalcante, 2 metros de altura, sangue AB+, filho de Mara Cristina

Quando minha reservista finalmente ficou pronta eu já estava em Ribeirão, na USP. Não era tão longe assim de Pirassununga, mas a logística para ir buscar o documento seria complicada. Decidi esperar até o espadim da minha turma, uma celebração em que os cadetes do primeiro ano recebem o espadim — daí o nome -, o símbolo do cadete. Como eu iria para a AFA assistir a cerimônia (eu ainda mantinha um mínimo de relação cordial com a maioria do esquadrão), pedi para um amigo pegar minha reservista na mobilizadora e entregar para alguém da minha turma.

O habeas data

“Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

“A culpa é sua!”

Se tem uma coisa em que os militares são ótimos, essa coisa é delegar a culpa para terceiros.

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gabrielschincariol@gmail.com / www.gschincariol.com

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