Me faz um favor? É de graça.

Olá, ínclito leitor, magnânima leitora.

Hoje eu não vou escrever história nenhuma. Se você me segue por aqui, sabe que eu estou constantemente postando ficções e crônicas e ensaios nessa conta.

Além desse perfil, eu mantenho uma newsletter chamada Eu posso estar errado, em que escrevo sobre temas cotidianos e, especialmente, sobre literatura.

Quero chegar a 100 inscritos por lá, porque 100 é melhor do que menos do que 100.

Os textos são bons. Eu posso estar errado sobre isso, mas não acho que eu esteja.

Então, é só isso: se inscreve lá, por favor. É só clicar aqui e colocar o seu e-mail no campo correspondente.

Valeu.

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Tive cachorros, tive oceanos,
Tive um carrinho que se movimentava
Pela força do motorzinho
Que reagia aos toques dos meus pés
Nos pedais de plástico,
Tive o sol, muito sol,
Tive pai e tive mãe,
Não tive, em algum momento,
Não me lembro qual,
Medo,
Apenas a doce certeza
De que o amanhã
Estava prometido nas promessas
De uma infância tranquila:

Basta correr ao quintal e riscar a terra
Para convencer as formiguinhas
A seguirem o melhor caminho,
Eu me comovia.

Hoje tenho um diploma
E um salário no quarto dia útil

E uma dúvida urgente:

Para onde foi
Tudo aquilo que eu tive um dia?

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